voltaremos aos altares para os destruirmos

O tempo chegou – desceremos através da Espiral – a dos Tempos.

O ponto central da espiral, é também a do abismo – do Conhecimento.

O abismo é o caminho que os Adeptos almejam alcançar (deverão passar) – a Grande Cidade das Pirâmides.

Adentrando-nos nesse reino infernal e, caminhando em espiral, poderemos alcançar a capital do reino – para alguns, Infernal.

E esse reino representa a total reestruturação do sistema.

Para tal é necessário que superes as dualidades e te tornes um Mestre.

O Mito da descida, é o caminho. Aquele em que todos, no seu percurso, rumam ao interior do grande ciclo e, logicamente, iniciarão (tomarão em suas mãos) o outro.

São muitos os que nos seguirão.

Está escrito, nos muitos Livros e tal pensamento, patente nas muitas culturas: – uma nova Era surgirá!

Os calendários estão mortos.

Outros serão adoptados.

Outros.

Triângulo-a

Estruturados noutras frequências. Noutros ritmos.

Os do Tempo.

Os que provocarão uma outra ordem mental. A que nos convidará seguir a harmonia:

– A da natureza

– A da mente

– A dos ciclos (solar – lunar)…

Reordenaremos a nossa mente.

Valorizaremos o fluxo do calendário lunar, sua tradição iniciática.

Somos os filhos das “bruxas” e “magos” que a cristandade não conseguiu queimar nas suas fogueiras.

Estamos vivos e reivindicamos o regresso da “Grande Roda do Ano” com seus sabat e festividades lunares.

Reivindicamos as práticas da Bruxaria tradicional. A grande FESTA. Uma sociedade humanizada onde a criatividade e a liberdade são a grande chave.

Reivindicamos a absoluta liberdade. A liberdade é una. É um todo.

A liberdade é! – a “liberdade parcelar” não o é!

A liberdade e a criatividade irrompem. Espontaneamente.

Não há (não pode haver) “parcelas” de liberdade.

Há, tão só Liberdade.

É a Liberdade que desejamos. Que reivindicamos.

Quando as estrelas estiverem alinhadas eles voltarão para destruir o mundo. Os “Antigos” transportam consigo os nomes esquecidos e trarão, de novo, os poderes negados ou adormecidos.

Os poderes que residem no nosso interior – os quais não damos conta

Eles voltarão aos altares.

E Eles destruirão os altares.

A liberdade será reconquistada aos tiranos – A Grande Árvore será o nosso trono

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janus o deus

 

sonho e realidade. o mistério. o abstracto – deus. mas não um deus qualquer, o deus janus, o do princípio – o de dois rostos – aquele que emprestou o seu nome a janeiro e gerou a unidade
janus vive a e na montanha. os seus dois rostos vigiam um e outro lado do serro… também em portugal a divindade se instalou nas alturas – serra de sintra – os seus dois rostos vigiavam e defendiam o sagrado premonitório lunar (muito antes da invasão árabe) a norte e a sul. aqui e por influência de janus, resultam dois povoados gémeos – os dois rostos do deus: na encosta sul (hoje concelho de cascais) a aldeia de janes e, na encosta norte (concelho de sintra) a povoação de janas – os dois povoados são um. uma vez que, os dois são a unidade
os nossos sonhos revelam a cerimónia da coroação… uma coroa negra flutua sobre as nossas cabeças. uma coroa negra – da cor da fome de poesia, da cor do anarquismo. uma coroa que brilha no cimo de todas as serras disparando gritos de que o rei foi eleito. um rei nómada, um rei anarquista, mago e… poeta
cada erva… cada raiz… serve-se como num chá e, revela-nos vertiginosas visões
as roseiras disparam os seus espinhos e dos seus botões florescem rosas negras. aos adoradores do caos e dos sultões nada os governa para além do amor ou da feitiçaria – as suas habilidades