hino a Isis

hino a Isis – datado entre os séculos III e IV (AC).

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Porque eu sou a primeira e a última
Eu sou a venerada e a desprezada
Eu sou a prostituta e a santa
Eu sou a esposa e a virgem
Eu sou a mãe e a filha
Eu sou os braços de minha mãe
Eu sou a estéril, e numerosos são meus filhos
Eu sou a bem-casada e a solteira
Eu sou a que dá a luz e a que jamais procriou
Eu sou a esposa e o esposo
E foi meu homem quem me gerou em seu ventre
Eu sou a mãe do meu pai
Sou a irmã de meu marido
E ele é o meu filho rejeitado
Respeitem-me sempre
Porque eu sou a escandalosa e a discreta.

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actos

o que se vê, é o que se vê

living

entre a razão e o sonho, ergue-se um instrumento de apropriação de imagens soltas. as que procuram (cada vez melhor) a reconfiguração do espaço.

o acto criativo não só tem que representar o mundo (ou reinventa-lo) mas, sobretudo, transformá-lo.